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3 de novembro de 2017

Catavento avalia resultados dos recentes leilões de petróleo

Clarissa Lins analisa os principais aspectos das últimas rodadas de leilões de petróleo

Após contribuir com informações e análises para a coluna da Miriam Leitão do dia 30 de outubro (link), Clarissa Lins analisou os resultados das rodadas 2 e 3 do pré-sal em artigo publicado no site O Globo no dia 31 de outubro. Clarissa ressalta a importância de diferenciar os pagamentos de bônus e parcela de óleo bruto como fatores de avaliação de sucesso dos leilões no regime de partilha.

Anteriormente, a sócia fundadora da Catavento já havia analisado em artigo publicado na newsletter da E&P Brasil no dia 2 de outubro os resultados da 14ª rodada, marco da retomada da abertura do setor de óleo e gás nacional. O artigo ressalta a urgência da exploração das reservas de petróleo brasileiras em um contexto de transição energética.

Como medir o sucesso das rodadas 2 e 3 do pré-sal

“Algumas manchetes de jornais, inclusive internacionais, cometeram um equívoco ao sinalizar que o resultado do leilão ocorrido no dia 27 de outubro não teria sido um sucesso pelo fato de duas das oito áreas ofertadas não terem sido arrematadas. Teço aqui alguns comentários que podem ajudar o leitor a ter o correto entendimento do tema.”

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Catavento avalia resultado do leilão à luz da transição energética

“A 14ª rodada, realizada em 26 de setembro último, marcou a retomada da abertura do setor de óleo e gás à iniciativa privada. Após mais de cinco anos sem leilões, a ANP comprovou que os ativos geológicos brasileiros, quando combinado com regras claras, atraem as grandes operadoras globais da indústria de petróleo.”

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